Imóveis e Carros abaixo
do preço de mercado em Leilões
Nem só de
obras de arte vivem os leilões. Neles, também podem ser comprados
imóveis a produtos eletrônicos, com preços de 20% a 30% abaixo do valor
de mercado, em média. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, tem
atualmente mais de 1.500 imóveis disponíveis para venda via leilões
somente no estado de São Paulo. Já a Receita Federal promove,
periodicamente, licitações para comercializar mercadorias apreendidas.
Os Detrans também realizam leilões, para vender veículos recolhidos.
Qualquer pessoa pode participar.
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Na maioria
dos casos, é possível vistoriar os produtos antes do leilão. A
análise deve ser cuidadosa, porque, após a compra, não são
permitidas devoluções.
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No dia do
leilão, tenha em seu poder um talão de cheques, porque sempre se
exigee um sinal ou caução, como garantia de compra.
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Não
esqueça também de acrescentar 5% ao valor da mercadoria comprada:
este é o valor da comissão do leiloeiro.
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Antes de
participar, fique atento para as condições de pagamento. Se a peça
arrematada não for paga no prazo, você pode perder o dinheiro do
sinal ou caução.
Imóveis
Além da Caixa Econômica Federal, diversos bancos vendem imóveis via
leilão ou concorrência pública. No caso da Caixa, as propostas de compra
devem ser apresentadas em um envelope lacrado, para posterior abertura.
O imóvel é vendido para o pretendente que fizer a melhor oferta.
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Antes de
fazer o lance, agende uma visita ao imóvel para analisar suas
condições de conservação. Observe com cuidado os encanamentos e as
instalações elétricas: muitas vezes, os custos da reforma podem
superar a economia feita na compra.
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Na visita,
verifique se a casa ou apartamento não está ocupado. Caso esteja, é
responsabilidade do comprador pedir a desocupação, se necessário até
por meio de uma ação judicial.
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Exija
também do leiloeiro certidões que comprovem que o imóvel não tem
dívidas com condomínio ou IPTU atrasado, que podem ser transferidas
para o comprador. No caso dos leilões da Caixa, o banco se
responsabiliza pelos débitos existentes.
Clique nos
links abaixo para ver a agenda de leilões dos bancos:
Caixa Econômica Federal
Bradesco
Itaú
Banco do
Brasil
Veículos
Antes de comprar um carro em um leilão do Detran, é bom lembrar: se o
carro foi apreendido por falta de pagamento de multas ou IPVA ou então
porque foi usado em algum crime, ele não pode voltar a circular nas
ruas. Ou seja, quem arrematar o veículo poderá apenas usar as peças. É
por essa razão que, muitas vezes, carros são vendidos por até metade de
seu valor de mercado.
Para quem pretende rodar com o veículo, e não desmanchá-lo, a opção são
os leilões oferecidos por locadoras que pretendem renovar sua frota e
bancos que recuperaram carros financiados e não pagos, além de
seguradoras que recuperaram carros acidentados ou roubados. Antes da
compra, é recomendável levar um mecânico ou funileiro de confiança para
vistoriar o veículo.
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Mesmo se o
carro for 0 km, não há garantia de fábrica. Ou seja, quem compra não
tem direito a revisões gratuitas ou troca de peças defeituosas.
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Se o
comprador adquiriu um carro com chassi adulterado (recuperado de
roubo pela seguradora), é ele quem tem que ir ao Detran regularizar
sua situação.
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Assim como
em qualquer leilão, é preciso pagar a comissão de 5% para o
leiloeiro. Não esqueça deste percentual antes de fazer seu lance.
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A
documentação do veículo não sai no momento da compra. Por isso, ele
precisa ser rebocado do pátio. As despesas do transporte ficam por
conta do comprador.
Receita
Federal
O principal atrativo dos leilões da Receita Federal são mercadorias
importadas apreendidas em operações da Polícia Federal ou não resgatadas
nas alfândegas de portos e aeroportos. Além de produtos
eletro-eletrônicos, é comum também encontrar jóias, roupas, artigos
esportivos e até automóveis. Dependendo do material apreendido, o leilão
pode ser aberto ao público ou restrito a pessoas jurídicas. A agenda
completa pode ser consultada no site da Receita Federal.
* Informações
da Poupa Clique